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Novembro/Dezembro 2014 - edição 184
Gestão de Pessoas

O que influencia a efetividade e quais vantagens e desvantagens na tomada de decisão em equipe?

Débora Bobra Arakaki Masson

Muitas empresas têm dado atenção especial às habilidades de gestão exigindo preocupação  e identificação das competências críticas de gestão e liderança. Poucos trabalhos científicos são escritos com a intenção de explicar por que as competências específicas são importantes ou por que as competências diferentes se combinam.

O maior desafio ainda é entender quais são os elementos (contribuições/processos e resultados) que influenciam na efetividade da equipe.

Tradicionalmente, os resultados incluem desempenho de tarefas e satisfação dos membros. As contribuições envolvem uma diversidade de fatores incluindo as características individuais dos integrantes da equipe e fatores contextuais, internos ou externos da organização. Os modelos recentes de efetividade da equipe enfatizam a complexidade destes processos, aliado ao caráter temporal do funcionamento da equipe e entrega de resultado.

Ao decidir fazer a reunião ou não de pessoas para resolver um problema ou tomar uma decisão, as lideranças gerenciais devem sopesar tanto as vantagens como as desvantagens potenciais da tomada de decisão em equipe, bem como a probabilidade de que as contribuições (membro da equipe, contexto organizacional interno e externo) possam ser colocadas juntas e estruturadas (em processos) de uma maneira que seja possível obter resultados positivos (evitando perdas de processo).
Esclarece a Diretora de RH da Cyrela, Sra. Renata Sawchuk Moura sobre o tema: “Cultura, gente e gestão são os elementos determinantes para alicerçar a efetividade das equipes e das empresas. E, sem dúvida, os líderes são os grandes orquestradores desse movimento”.

Se pudéssemos elencar em breve síntese as vantagens da tomada de decisão pela equipe, certamente um dos ganhos maiores seria o fato de que o conhecimento ou especialidade é trazido para condução do problema, gerando a amplitude de valores e perspectivas; sem esquecer do fato de que quando os colaboradores contribuem para o processo de decisão, melhor o compromisso na implementação da decisão, intensificando as habilidades e capacidades dos colaboradores ajudando no crescimento e desenvolvimento como partes pertencentes a organização (ideia do pertencimento).

E na via inversa, alguns percalços também podem ser consignados na tomada de decisão em equipe: o tempo despendido para se chegar a uma decisão, como também o fato de que se forem mal estruturadas, podem gerar conflitos desnecessários e desgaste na equipe.

Arremata a especialista em gestão de pessoas: “Organizações consideradas de excelência desenvolveram uma capacidade única de aprender com o passado e se inspirar no futuro. Trata-se de ter uma atitude de abertura à gestão do conhecimento. Em geral, as organizações erram, mas não dedicam tempo para entender a experiência. Há outras que acertam, mas não conseguem saber qual foi a chave para o sucesso. As empresas que conseguem estar à frente são aquelas que têm processos, metas e  acompanhamentos estruturados”.

Certo é que a qualidade da decisão também pode ser afetada pela efetividade com que cada colaborador desempenha diferentes funções, absolutamente necessárias para o funcionamento efetivo da equipe.

 

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