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Março/2014 - edição 177
Gestão de Pessoas
Desenvolvimento sustentável - Um desafio constante
 
Débora Bobra Arakaki Masson
 
Promover o desenvolvimento socioambiental tem sido um desafio constante proposto na atual conjuntura da economia e somente haverá uma solução viável, se houver a atuação dos atores fundamentais: governos, iniciativa privada (empresas) e sociedade civil organizada.
 
O desenvolvimento socioambiental se constitui então como um processo contínuo e progressivo, iniciado pela comunidade e por ela assumido, que leva as populações a um crescimento global e harmonizado de todos os setores da sociedade, aproveitamento dos seus diferentes valores e potencialidades, de modo a produzir e distribuir bens e serviços necessários à satisfação das necessidades individuais e coletivas do ser humano. Tudo isso ocorre, por intermédio de um aprimoramento técnico e cultural e com menor impacto ambiental possível.
 
Ao Estado caberá não só a instituição e criação de condições para que a sociedade promova o desenvolvimento socioeconômico, atuando também como agente regulador, controlando as relações subjacentes, de modo a gerar participação e responsabilidade social em rede, preservando a qualidade de vida das presentes e futuras gerações.
 
Sob outro aspecto, a preocupação das empresas tem sido cada vez mais constante quando o assunto é desenvolvimento sustentável e a área de Gestão de Pessoas detém papel importante e impulsionador para que algumas ideias e políticas sustentáveis sejam efetivamente implementadas.
 
O diretor de Recursos Humanos da Cutrale, Carlos Otero Oliveira, menciona a importância da área de Gestão de Pessoas neste papel inaugural e de incentivo e destaca que a atuação não pode ser de forma isolada, mas sim em conjunto com as demais áreas da empresa. Principalmente aquelas voltadas às atividades de produção, tanto na área agrícola como na área industrial.
 
Ele especifica alguns atos da empresa nesse sentido: “Na área de Gestão de pessoas podemos destacar algumas ações, tais como: adotar políticas que atuem em respeito à igualdade de oportunidade e diversidade, não permitindo qualquer tipo de discriminação, dando o livre acesso aos sindicatos e associações de classe; participação de serviço especializado em segurança e saúde ocupacional, adotando medidas preventivas e corretivas, com fornecimentos de EPIs; além da realização periódica de treinamentos técnicos e comportamentais para que todos os colaboradores estejam aptos a executarem suas atribuições com respeito ao meio ambiente e normas de segurança, desenvolvendo o trabalho em equipe e com respeito ético”.
 
A preocupação das empresas não se resume ao seu público interno de colaboradores, mas, sobretudo, ao seu público externo. O que reflete, inclusive, nas relações contratuais celebradas entre as partes (empresa – fornecedor; empresa – parceiros).
 
Carlos Otero conclui sobre o tema em questão: “Inicialmente esta preocupação é definida em cláusulas contratuais, principalmente em relação à obrigatoriedade de cumprimento das normas legais trabalhistas, prevendo inclusive a suspensão ou rescisão contratual com o fornecedor de matéria-prima, caso seja identificada por ações fiscais do trabalho alguma condição de irregularidade devidamente comprovada”.
 
A operacionalização de políticas públicas decididas pelo conjunto de atores sociais já mencionados, cumulado com o desenvolvimento tecnológico, respeito à legislação vigente, e ao meio ambiente, traz ganho a todos os colaboradores da empresa, da população e portanto, da sociedade como um todo.
 
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