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Boletim 216
Assessoria Empresarial
A importância do diagnóstico pós-implantação do eSocial na gestão das empresas
Camila Cruz
 
Uma das premissas para minimizar riscos e passivos trabalhistas, previdenciários e fiscais é a certificação do envio correto das informações e obrigações acessórias por meio do eSocial, sistema de escrituração digital trabalhista.
 
Bons controles são procedimentos e atividades para que autuações indesejadas sejam prevenidas e detectadas. Logo, em um cenário de crise econômica, em que é a crescente a busca das empresas por otimizar recursos financeiros, é fundamental reconhecer e gerenciar riscos.
 
Realizar um diagnóstico pós-implantação do eSocial não é tão simples quanto possa parecer à primeira vista. Ao contrário, requer muita atenção e conhecimento da legislação atualizada, evitando, assim, retrabalho para a regularização, no futuro.
 
O ano de 2019 foi de muitas mudanças e polêmicas envolvendo o eSocial. A Lei da Liberdade Econômica trouxe a simplificação do sistema para 2020 e ao menos quatro obrigações acessórias já serão substituídas: Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS), Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), Relação Anual de Informações Sociais (Rais) e o Livro de Registro de Empregados (LRE).
 
Além do registro de empregados, os dados do eSocial também alimentarão a Carteira de Trabalho Digital. A transparência das informações será muito maior para os empregados, empresa e governo e a fiscalização logo será online.
 
Dessa forma, o empregador deve zelar pela consistência dos eventos enviados, equacionando qualidade da informação e tempestividade na emissão das obrigações.
 
Um bom diagnóstico apura “Risco legal ou de Compliance”, para que as empresas conduzam seus negócios em conformidade com leis, normas, regulamentos e códigos de conduta, aplicáveis às suas atividades, mapeando e traçando estratégias para minimizar prejuízos de ordem financeira, decorrentes de demandas judiciais e de sanções legais.
 
Com a chegada do novo ano e do novo eSocial, é hora de analisar a pós-implantação do SPED trabalhista, pois os diagnósticos indicam a conformidade às normas e procedimentos e os gaps. Ou seja: existe uma exposição ao risco, podendo oferecer um prejuízo imediato ou potencial. Neste segundo cenário, se faz necessária uma ação, por meio de um Plano de Ação. Portanto, é hora de agir e se planejar!
 
O controle e revisão não custarão mais do que as consequências resultantes da materialização dos seus riscos e gaps. Uma empresa que visa sustentabilidade e perenidade investe na prevenção e se prepara para um 2020 cheio de mudanças.
 

Contate-nos para um atendimento personalizado, ficaremos felizes em ajudar.


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