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Boletim 198
Gestão de Pessoas
Débora Bobra Arakaki Masson
 
A Mulher e suas diversas atividades
 
Nosso país vem passando por inúmeras transformações econômicas, demográficas e culturais nos últimos anos e uma dessas transformações é a crescente participação feminina no mercado de trabalho, especialmente a partir da década de 70, quando as mulheres conquistam espaços em praticamente todas as atividades e área.
 
Todas essas mudanças na dinâmica socioeconômica provocam um impacto significativo na força de trabalho das organizações empresariais, como alterações no comportamento da mão de obra e nas relações sociais que ganham novos contornos e significados, pois homens e mulheres passam a concorrer por oportunidades de cargos e reconhecimento profissional,  incutindo nas mulheres papéis anteriormente protagonizados somente pelos homens, como verdadeiras provedoras familiares.
 
As mulheres lutam por reconhecimento e com isso surge, muitas vezes a inevitavelmente, sobrecarga de trabalho, prejudicando sua saúde física e emocional. E como fazer para gerenciar a sobrecarga de trabalho das mulheres nos dias atuais?
 
No auge do processo de reestruturação de empresa que atua no ramo de papel e celulose, uma executiva de compras teve gastrite e chegou a passar mais de 12 horas no trabalho: ‘Neste período, acumulei muitas funções já que alguns departamentos chegaram a ser extintos, e tive uma crise muito grande estresse e labirintite’.
 
Essa história se assemelha muito com alguma que já convivemos ou ouvimos dizer e tem sido cada vez mais rotineiro nas empresas, já que muitos profissionais têm enfrentado a crise atual com times enxutos e com a sobrecarga de trabalho. 
 
Arremata a executiva: ‘Enquanto não havia crise, existia a possibilidade de ter equipes maiores e uma das pequenas soluções que encontrei foi diminuir a burocracia das tarefas, possibilitando aumentar a produtividade dos meus colaboradores’.
 
No plano pessoal, talvez a alternativa seja se dedicar a uma atividade física ou hobby, para burlar o estresse e controlar o horário para não ficar muito tempo na empresa. Limitar as atividades do uso de notebook e uso de smartphones, fora do ambiente de trabalho, também são atitudes que, segundo especialistas, são necessárias e imprescindíveis para driblar os percalços na vida cotidiana moderna!
 
Muitos especialistas também sugerem que se divida um grande objetivo em pequenas metas, criando soluções mais próximas e viáveis; que os profissionais organizem suas distrações, reservando tempo específico para se distrair com revistas, jornais e redes sociais; e finalmente, que consigamos identificar em nós, o que está nos travando: a insegurança?; o receio de uma nova atividade solicitada?; a maneira como lhe foi pedida a tarefa? 
 
A mulher por mais que divida hoje em dia, antigas atividades antes adstritas somente a elas, como: cuidar do lar, da educação dos filhos, ainda se sente mais sobrecarregada e cobrada nas demandas relacionadas a casa, filhos e marido. O ritmo intenso do dia a dia se entrelaça com o ritmo intenso do cotidiano do trabalho. Sendo assim, a mulher executiva acaba tendo que gerenciar sozinha as tarefas de casa e do trabalho.
 
Neste contexto, surgem diferentes sentimentos entre a mulher e seu trabalho e a sua vida pessoal, revelando muitas vezes angústia de não ter tempo para se dedicar a si própria, a insatisfação de não estar próxima dos amigos e da família, mas certo é que devemos, pelo menos tentar exercitar um EQUILÍBRIO a fim de que o corpo e a mente tenham possibilidade de ser recompor, evitando as doenças físicas e mentais. Eis o nosso maior encargo: exercitar o equilíbrio, identificando nossas potencialidades e essencialmente, delegando tarefas e dividindo responsabilidades. Mãos à obra!!!
 
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